Softer permite criar pranchas de comunicação

O AraBoard é um software desenvolvido para criação, edição e execução de pranchas de comunicação digitalmente, visando auxiliar pessoas com determinadas condições, como, por exemplo, a paralisia cerebral e o autismo, que costumam apresentar dificuldades na comunicação. Nesses casos, recursos de Tecnologia Assistiva, especificamente as pranchas de comunicação, permitem uma forma alternativa de comunicação, onde a pessoa não precisa necessariamente utilizar linguagem oral para se expressar. As pranchas podem ser confeccionadas de diversas maneiras, e geralmente apresentam elementos gráficos (símbolos, ilustrações, pictogramas, fotografias) associados a uma determinada palavra. No AraBoard, a prancha é composta por palavras associadas a elementos gráficos e sons.
O software pode ser utilizado em computadores com sistema operacional Windows, e em tablets ou smartphones com sistema operacional Android.

Fonte Portal IG

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Cão que mal podia andar viaja por todo os Estados Unidos com seu tutor

Com a cadeira de rodas Mel passou a acompanhar seu tutor em viagens por todo o país.

Com a ajuda de uma cadeira de rodas, Mel está vivendo várias aventuras ao lado de seu papai fotógrafo
Tom contou que foi até o abrigo para ver um outro cão, porém, quando Mel se aproximou dele e colocou a cabeça em sua perna, foi paixão imediata e ele viu que não tinha como ser outro animal. Era Mel quem iria para a sua casa.
Até então Mel parecia ser um cão perfeitamente normal, mas depois de algumas semanas no novo lar, os papais perceberam que tinha alguma coisa acontecendo com o cão. Mel parecia perder seu equilíbrio, um pouco mais a cada dia.
Depois de exames foi constatado que Mel tem uma doença neurológica que afeta o equilíbrio. A doença não é dolorosa para o cão, apenas torna sua locomoção um pouco difícil.
Após o diagnóstico, os tutores de Mel não se preocuparam com o trabalho que a doença do cão poderia lhes trazer. Eles se preocuparam mesmo foi em trazer mais qualidade de vida para Mel. Então, para que fosse mais fácil para ela se locomover, eles lhe deram uma cadeira de rodas feita sob medida.
Hoje, Mel vive grandes aventuras e se tornou a principal modelo do papai fotógrafo.Hoje, Mel vive grandes aventuras e se tornou a principal modelo do papai fotógrafo.
Com a ajuda de Eddie’s Wheels for Pets, especialista em fazer cadeira de rodas para animais, Mel agora pode correr por onde quiser, além de acompanhar seu papai por todo o país em que vive, os Estados Unidos. O tutor de Mel, Tom Dilworth, é fotógrafo e faz muitas viagens a trabalho, e agora ele tem uma supercompanheira de viagens, Mel.
Na primeira vez que o cão utilizou a cadeira de rodas, ele até ficou um pouco hesitante, mas já passou. Hoje Mel ama sua cadeira de rodas e a segurança e a liberdade que ela lhe dá.
Além disso, Mel também adora acompanhar seu papai nas viagens e aventuras e não fica nada tímida na frente das câmeras, ela também está curtindo ser a modelo preferida do papai.

Fonte: Portal do Dog

Estudantes da UNIFEV vencem Olimpíada de Tecnologia Assistiva

Universitários dos cursos de Engenharia Eletrônica e Matemática desenvolveram um triciclo elétrico destinado a pessoas pessoas com deficiência física

Uma equipe formada por estudantes da UNIFEV venceu, no último sábado a 1ª Olimpíada de Tecnologia Assistiva para Mobilidade – Veículos Elétricos, promovida pelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFSP) de Votuporanga.

Sob a orientação do Prof. Esp. Renato Ferrari da Costa, os estudantes Heitor Salvioni Tofoli, Hemicharly Thiago da Silva Moreira, Thullio Silva Borges (8° período de Engenharia Eletrônica), Filipe Wakayama (10° período de Engenharia Eletrônica) e Willian Moreira dos Santos (4°período de Matemática) desenvolveram um triciclo elétrico com características e tecnologias destinadas a favorecer a locomoção de pessoas portadoras de necessidades especiais.

O evento contou com sete equipes, sendo cinco do IFSP de várias regiões do estado, uma da UNESP de Ilha Solteira e uma da UNIFEV. As provas pelas quais passaram os triciclos levaram em conta percurso, segurança, velocidade e força dos veículos. Na ocasião, o Centro Universitário de Votuporanga foi o vencedor, conquistando, além do troféu de primeiro lugar, uma premiação em dinheiro.

De acordo com o coordenador das graduações em Engenharia Elétrica e Eletrônica da UNIFEV, Prof. Esp. Nelson Bueno Assumpção, os alunos campeões iniciaram seus trabalhos em abril de 2015.

“Os universitários desenvolveram tecnologias e procedimentos próprios para que o triciclo estivesse dentro das especificações publicadas no edital da competição, oferecendo desempenho e segurança ao usuário. Parabenizo o professor Renato e a sua equipe pela motivação na competição e por elevar, ainda mais, o nome da Instituição na comunidade acadêmica. Essa conquista atesta a qualidade de ensino oferecida pela UNIFEV”, finalizou.

relógio inteligente com tela em braile será lançado em breve

Os dispositivos móveis são muito importantes para nossa sociedade, além de
se tornarem gadgets de lazer, muitos o utilizam para fins profissionais.
Apesar disso, há aparelhos que precisam ser adaptados para pessoas com
problemas físicos, já que há milhares de consumidores que não podem
utilizar os dispositivos normais que são vendidos. Agora foi anunciado
um* relógio
inteligente* que pode ser utilizado por *cegos*.
Uma desenvolvedora da Coreia do Sul quer possibilitar que os cegos também
utilizem aparelhos tecnológicos. O *Dot* está sendo desenvolvido com
um* display
em braile*, a tela utiliza uma tecnologia que mostra quatro caracteres de
cada vez. É até possível modificar a velocidade em que os carácteres
aparecerão.
â?oNoventa por cento das pessoas cegas se tornam cegas depois de nascer, e
não há nada para elas agora â?” elas perdem o acesso à informação
repentinamente. Dot pode ser a tábua de salvação deles, assim eles podem
aprender braile e acessar as informações do dia a dia por seus dedos, que é
a meta de alfabetização em braileâ?, afirmou o co-fundador da Dot, Eric Ju
Yoon Kim.
O Dot é realmente único, seu design foi criado justamente para facilitar o
modo de utilização aos seus consumidores. Os recursos são básicos, é
possível utilizar alarmes, mandar mensagens, usar aplicativo de navegação e
tem até bluetooth 4.0. A bateria deve durar pelo menos por 10 horas
seguidas, ou seja, pode durar até cinco dias com pouco uso.
Além de tudo isso, o Dot também é capaz de fazer algo que a maioria dos
relógios inteligentes comuns não fazem. O dispositivo também é um e-reader.
É claro que, como sua tela é pequena e cabem poucas informações, demorará
mais para ler nele. A companhia planeja lançar o relógio em breve, é
esperado que ele chegue ao mercado por US$ 300.

Fonte:
http://www.tudocelular.com/tecnologia/noticias/n58644/relogio-inteligente-para-cegos.html

Olhos biónicos estão a ajudar na recuperação da visão, diz especialista

Atualmente, cerca de uma centena de pessoas no mundo usa “retinas artificiais” criadas por três diferentes empresas nos Estados Unidos, Alemanha e França, que desenvolveram um sistema denominado Argus II
Deficientes visuais em várias partes do mundo estão a recuperar parcialmente a visão graças a olhos biónicos, sistemas eletrónicos implantados diretamente na retina, garantiu hoje o especialista francês José-Alain Sahel.
Citado pela AFP, o médico assegurou que os sistemas têm permitido muitas pessoas cegas perceberem novas “formas e contrastes brilhantes de objetos de tamanho médio” e alguns já conseguem ler “letras e palavras grandes”.
“Esta não é uma visão natural, mas uma perceção visual útil”, disse o especialista, que dirige o Instituto da Visão, um centro de pesquisa do hospital oftalmológico Quinze-Vingts em Paris.
Atualmente, cerca de uma centena de pessoas no mundo usa “retinas artificiais” criadas por três diferentes empresas nos Estados Unidos, Alemanha e França, que desenvolveram um sistema denominado Argus II.
De acordo com AFP, atualmente o especialista francês José-Alain Sahel está a desenvolver um outro sistema semelhante chamado Iris, em colaboração com o start-up Pixium Vision, e pelo menos cinco pacientes já receberam esse olho eletrónico feito na França, um resultado que o especialista considerou encorajador.
Também na Alemanha, outros fabricantes começaram a comercializar um sistema de implantes visando permitir a visão dos cegos.
Paralelamente, equipas médicas estão a estudar novas formas de recuperação da visão dos cegos, uma das quais envolve a injeção de células estaminais na retina para substituir células defeituosas, refere a agência.

Fonte: Agência portugal

21 de março dia internacional da Síndrome de Down

 

Gabriel e a prima Clara, parceiros sempre!

O casal exalava amor por onde passava. Cruzaram olhares ainda na faculdade e nunca mais se largaram. Os dois conseguiram, cada um em sua profissão, estabelecer uma carreira sólida e bem sucedida. Ao longo dos anos, construíram bela casa e uma condição financeira estável. Compreenderam que o momento era ideal para o nascimento do filho tão sonhado.  Suspenderam o controle de natalidade e a gravidez aconteceu. Alegria contagiante irradiava de seus rostos após a confirmação da gestação. Eram a imagem da felicidade. Tudo seguia bem, até o obstetra desconfiar de uma alteração, solicitar exames e confirmar que a criança nasceria com síndrome de Down. A notícia, apresentada pelo médico aos pais como uma lástima, despencou sobre o casal como uma bomba. Sem mais informações ou equipe de apoio, a família  vê-se só, diante do fato. As dúvidas parecem brotar do chão como ervas daninhas. As respostas, por sua vez, de tão rarefeitas, parecem não existir. O comentário do médico de que cerca de um nascimento a cada 600 é de pessoas com síndrome de Down e que, em geral, está associado à idade da mãe, não ajudou muito. De fato, deixara a mãe ainda mais atordoada, achando que a culpa fora sua em adiar o nascimento do filho. Entre o choro, a busca por informação na internet e a insônia durante a noite, as perguntas se sucedem. O que pode fazer uma pessoa com síndrome de Down? Quais suas capacidades? O que posso fazer pelo meu filho? Nós seremos felizes, sendo pais de uma criança com síndrome de Down? E a pergunta mais recorrente de todas: Meu filho será feliz? Gabriel em traquinagens com a irmã Afortunadamente há respostas para essas e muitas outras perguntas que povoam a imaginação de mães e pais surpreendidos pela notícia de que o filho será diferente de como sonharam. Em 2014, a Coordown, uma associação italiana de apoio a pessoas com Síndrome de Down criou um belíssimo vídeo (ver o vídeo em http://bit.ly/1ddl3JA) que busca responder algumas dessas perguntas. O vídeo é narrado pela fala entrecortada de várias crianças com síndrome de Down de diferentes nacionalidades. Sob o olhar feliz da mãe, Gabriel e a prima pendurados no irmão O texto oriundo do vídeo é: “No dia 9 de fevereiro, recebemos este email de uma futura mãe: ‘Estou esperando um bebê. Descobri que ele tem síndrome de Down. Estou assustada: Que vida terá o meu filho?’ Hoje, responderemos a ela assim… Querida futura mãe, não tenha medo. Tua criança poderá fazer muitas coisas. Ele poderá abraçar você. Poderá correr ao teu encontro. Poderá falar e dizer que te ama. Poderá ir para a escola como todo mundo. Poderá aprender a escrever e poderá escrever para você, se um dia estiver longe. Porque, sim, ele poderá viajar também. Poderá ajudar o pai dele a consertar sua bicicleta. Poderá trabalhar e ganhar seu dinheiro. E com esse dinheiro poderá te convidar para jantar fora ou alugar um apartamento e morar sozinho. Às vezes será difícil, muito difícil. Quase impossível. Mas não é assim para todas as mães? Querida futura mãe, seu filho pode ser feliz. Como eu sou. E você será feliz também”. Ao final do vídeo, uma menina vira e pergunta: “Certo, mãe?” e um abraço lindo, terno e afetuoso deixa claro que essa felicidade existe. Gabriel com os pais Gabriel passeando e aproveitando os aparelhos de atividade física da praçaUma pessoa com síndrome de Down, como qualquer outra, pode viver uma vida feliz. Mas é preciso interagir com a vida. Nada de esconder o filho ou negar a ocorrência da síndrome. Coloque seu filho no colo, de frente para o mundo e passeie com ele. Leve-o a todos os lugares que você iria com seus outros filhos. Diga a quem perguntar que ele é uma criança com síndrome de Down. Busque informações o máximo que puder. Esclareça aqueles que se aproximarem e perguntarem. Tente não se inquietar ou sofrer com os olhares que alguns cravarão sobre sua criança. Busque apoio para o desenvolvimento de seu filho desde a tenra idade. Terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e diversos outros profissionais podem colaborar muito para o desenvolvimento de seu filho. Prepare-se para o momento de ingresso na escola. A inclusão, embora importante, ainda é embrionária e isso causará algumas dificuldades. Escolas, direção, corpo técnico e professores, mesmo naquelas escolas onde há interesse em fazer a inclusão acontecer, ainda estão descobrindo os caminhos. Todas as experiências têm mostrado que a escola regular é o melhor ambiente para o desenvolvimento das crianças com síndrome de Down, não apenas como local de socialização, mas como espaço de aprendizagem de fato. Individual e coletivamente participe das discussões e da implantação sobre inclusão onde quer que venha a se estabelecer. CaminhaDown2014Busque e ingresse em uma associação sobre síndrome de Down e participe dos eventos em sua cidade. O dia 21 de março (21/3) foi escolhido para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down como uma referência à trissomia do cromossomo 21. Há muito o que conquistar no sentido de construir uma sociedade inclusiva onde o indivíduo com síndrome de Down seja respeitado em sua individualidade, como qualquer pessoa. A inclusão é um elemento importante na consecução da autonomia, independência e felicidade das pessoas com síndrome de Down e seus pais. Lutemos pela inclusão porque é direito de todas as pessoas serem vistas não por suas limitações, mas por suas capacidades! Juntos, podemos fazer isso possível! Quanto à felicidade, com ou sem síndrome de Down, seu filho será feliz! Você será feliz! Certo, mãe?

Fonte: Blog de Arley Costa