Pessoa com deficiência visual tem acesso a acervo bibliográfico.

A Biblioteca Central do campus da USP em Ribeirão Preto (BCRP) acaba de receber o primeiro dos três kits de acessibilidade para o deficiente visual que a Universidade coloca à disposição da comunidade. Outros dois serão instalados, nos próximos dias, na Biblioteca da Faculdade de Educação (FE) da USP, na capital, e na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.

O kit consiste de três equipamentos, o principal é uma espécie de scanner, com uma câmera fotográfica acoplada, que digitaliza o texto do livro ou revista, manda a imagem para um monitor (tela de computador) e reproduz em áudio o texto impresso. Além da tela e do scanner com câmera, o equipamento também disponibiliza uma linha em braile.

O chefe da Divisão de Desenvolvimento e Inovação do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, Anderson de Santana, explica que se trata de um equipamento de fácil operação, oferecendo todas as instruções de utilização em áudio e disponível para leituras em diversas línguas. O usuário pode ainda fazer uma cópia de sua pesquisa, gravando-a num pen drive, para depois ouvi-la novamente em um leitor para deficiente visual.

Esse é um equipamento importado de alta durabilidade e cada Kit tem um custo aproximado de R$ 16 mil e, como lembrou a chefe do Departamento Técnico do SIBi, Maria Crestana, colocar esse kit em operação “permite que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao conteúdo das bibliotecas da USP, o que sempre foi uma preocupação do SIBi”.

“Questão de acessibilidade”
A escolha de Ribeirão Preto para a instalação do primeiro kit se deu pela cidade possuir o maior campus da USP fora da capital e pela grande demanda, já que possui a Biblioteca Central, responsável pelo atendimento de todas as faculdades do campus.

A mobilização dos responsáveis técnicos pela BCRP, segundo os chefes do SIBi, também jogaram a favor da cidade. Para Paula de Oliveira Moraes, chefe da BCRP, e Maria Crestana, essa é uma “questão de acessibilidade; ser inclusivo”.

O novo serviço atende, como os outros serviços da BCRP, ao público interno e também à população em geral, gratuitamente. Basta comparecer ao campus da USP de Ribeirão Preto, Avenida Bandeirantes, 3.900, das 8h às 21h45, de segunda a sexta-feira, durante o período letivo. Nas férias, a Biblioteca abre de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h45.

Solenidade de entrega do kit
A entrega do equipamento à BCRP aconteceu dia 2 de setembro, com a presença de autoridades da USP ligadas ao SIBi e professores estudiosos da inclusão. Entre eles, o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, José Alexandre Crippa, que é membro do Conselho Supervisor do SIBi; o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, Hamilton Cabral, presidente da Comissão Assessora da BCRP; e a professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, Ana Claudia Lodi, especialista na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e pesquisadora da área de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiências no ensino superior.

Mais informações: (16) 3315.8517.

http://www5.usp.br/98319/deficiente-visual-tem-acesso-a-acervo-bibliografico/

Fonte: USP

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Evento Tecnologia Assistiva

Evento “SECTI na Área – TECNOLOGIA ASSISTIVA”
Parque Tecnológico da Bahia – Salvador
Dia 06 de outubro – das 09 às 11 h.
TECNOLOGIA ASSISTIVA – SECTI-Bahia
Programação:
09:00 h.: SECTI – Abertura
09:10 h.: SJDHDS – Demandas
09:30 h.: UFRB – Linhas de Pesquisa – Universidade Pública
09:50 h.: Apthouse – Produto Desenvolvido
10:10 h.: SEI – Análise de Mercado
10:30 h. Fapesb – Agência de Fomento
10:50 h.: SECTI – Finalização
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI
Estado da Bahia

Inovação: grandes empresas se unem para criar tecnologias de acessibilidade

Empresas de peso como Facebook, Yahoo!, Microsoft e Dropbox estão se
unindo em prol de algo em comum: o desenvolvimento de mais tecnologias
destinadas às pessoas com diferentes tipos de deficiências. Juntas,
essas companhias e demais parceiros do ramo de educação, como as
universidades de Stanford e Carnegie Mellon, criaram um grupo chamado
Teaching Accessibility (ou, em português, Ensinando Acessibilidade).

O objetivo é desenvolver tecnologias que qualquer um pode usar, com
modelos de treinamento e ensino para jovens estudantes programarem
experiências acessíveis. O grupo analisará interações entre o homem e
o computador, engenharias de educação e conceitos de design que
atendam a populações diferentes, com pessoas com deficiência em mente.

Um momento histórico e importante

O anúncio do Teaching Accessibility coincide com o vigésimo quinto
aniversário do Ato de Americanos com Deficiências, assinado pelo
ex-presidente George Bush em 1990 e que garante benefícios a essa
parcela da população. De acordo com publicação do Teaching
Accessibility, estudantes de diferentes campos do conhecimento
precisam aprender a criar tecnologias que sejam verdadeiramente
inclusivas aos mais variados tipos de deficientes.

“A acessibilidade deve ser tornar algo popular, pois só assim as
tecnologias atingirão o verdadeiro potencial de conectar todo mundo”,
diz um anúncio do grupo. Empresas como Google, Apple e IBM também
estão reunindo esforços para fazer com que seus produtos sejam mais
inclusivos a todos. Esperamos que bons frutos saiam das parcerias
entre as empresas do Teaching Accessibility.

Fonte: Venture Beat

Estudantes baianos criam bengala automática de baixo custo para cegos

O projeto, que surgiu em um grupo de pesquisa do Ifba, concorre a prêmio na
Campus Party. Ideia é comercializar a bengala com preços acessíveis

Já imaginou se um cego pudesse andar pela cidade com uma
bengala que lhe impedisse de esbarrar em objetos apenas com uma vibração? Um
grupo de estudantes do Instituto Federal da Bahia (Ifba) desenvolveu ao
longo de oito meses um projeto voltado para ajudar pessoas com necessidades
visuais específicas.

A ideia partiu do professor Justino Medeiros que, junto com três integrantes
do Grupo de Pesquisa de Sistemas de Automação e Mecatrônica (GSAM), elaborou
a Bengala Automatizada para Detecção de Obstáculos. O segundo protótipo da
ferramenta foi um dos projetos selecionados para exibição na Campus Future,
que faz parte da quarta edição da Campus Party Recife.

O objetivo do evento é exibir ao público em geral projetos inovadores e
criativos desenvolvidos nas universidades brasileiras em diversas áreas.
O projeto dos estudantes do Ifba também concorre a uma premiação no final da
Campus Party, que encerrou no dia (26).

A proposta da criação da bengala surgiu a partir da convivência com
deficientes visuais no próprio local de estudo. “Nós vimos uma demanda no
Ifba”, relembra o estudante de engenharia elétrica Victor Ben-Hur Araújo, de
23 anos, em entrevista ao CORREIO durante o segundo dia evento (24).

“Lá existe um núcleo de deficientes visuais, auditivos e motores que estudam
normalmente, assistem aula com a gente. Nós vemos diariamente alguns alunos
deficientes visuais trafegando pela instituição e o professor Justino chegou
com essa ideia para facilitar o dia-a-dia deles”.

Bengala automizada tem três sensores e
deverá custar cerca de R$ 300.

O grupo, que ainda conta com o estudante de engenharia mecânica Eric Pessoa
e Larissa Assis, aluna do curso técnico de automação do Ifba, determinou que
a ferramenta contaria com quatro sensores que alertariam o seu usuário da
proximidade e localização de um obstáculo nas imediações.

“Decidimos que a detecção dos objetos se daria através de sensores separados
por zonas – a esquerda, a direita, a central e superior”, disse Victor.
“Essa detecção é feita e processada em uma plataforma chamada Arduino”,
explica.

Este tipo de plataforma é de hardware livre, ou seja, gratuito, e permite a
criação de ferramentas acessíveis, de baixo custo e fáceis de serem
utilizadas e customizadas. “O controle é feito ali [no Arduino] e passado
para os motores de vibração, que ficam na luva da bengala”.

O objetivo geral do produto, segundo o estudante baiano, é desenvolver um
instrumento de baixo custo que seja acessível à população de deficientes
visuais. “Queremos dar para eles uma ferramenta a mais, de tecnologia
assistiva, que só acrescente aos sentidos que eles já usam.
Com a bengala eles terão um acréscimo, um objeto eletrônico que lhe propicie
uma segurança maior nas ruas”.

O diferencial da bengala desenvolvida pelos pesquisadores baianos vai além
do uso de quatro sensores – dois a mais do que o utilizado por Carlos Solon
Guimarães, brasileiro que desenvolveu um protótipo com dois sensores como
trabalho de conclusão de curso de uma universidade no Rio Grande do Sul, em
2011.

O instrumento informa ao usuário em que lado o obstáculo se localiza, e se
ele está localizado acima do tronco da pessoa. “A detecção na parte da face,
por exemplo, evita o risco de colisões com orelhões ou outros objetos que
estejam fora do alcance tátil dele”, comenta Victor Araújo.

“O motor da direita informa que o objeto está daquele lado, e na esquerda o
oposto. O motor que está localizado na palma corresponde ao centro – ou
seja, o obstáculo está na frente da pessoa. E quando ele está na parte
superior, todos os motores vão vibrar ao mesmo tempo”, exemplificou.

Além da localização, a bengala dos estudantes do Ifba também alerta sobre a
proximidades do objeto. Quanto mais próximo o usuário esteja do obstáculo,
mais forte será essa vibração. O protótipo atual detecta objetos na região
inferior com até 70 cm de distância da pessoa, enquanto objetos na região
superior e da cabeça conseguem ser percebidos com até 1,10 metro de
distância.

Ainda segundo o estudante de engenharia elétrica, essas percepções podem ser
ajustadas de acordo com a necessidade do cliente, que pode escolher diminuir
a distância em que os alertas poderão ser feitos. A perspectiva é de que a
bengala custe em torno de R$ 300.

O projeto está encerrando a sua primeira fase após oito meses de pesquisas e
desenvolvimento. “Já apresentamos a bengala em um fórum mundial, e vamos
para outro congresso em Aracaju para apresentá-la também. Queremos
transformar isso em produto e colocá-la no mercado assim que possível”,
garante Victor.

Os estudantes estão planejando transformar o protótipo em uma startup a
partir do próximo mês. Com o lançamento do produto, que está previsto para
acontecer até o final deste ano, a rotina dos deficientes visuais pode se.

Niki reinventa o zíper e cria tênis para pessoas com deficiência

O tênis que usa o Flyease é aberto como se fosse uma laranja. Há um zíper que vai de um canto a outro e, no final, se conecta a um velcro que faz o resto do trabalho.

Graças a um episódio que começou há sete anos, a Nike está desenvolvendo tênis que podem ser calçados e ajustados com apenas uma mão, o que vai facilitar a vida de pessoas com mobilidade reduzida. E a empresa fez isso reinventando o zíper.

Tudo começou quando Jeff Johnson, que havia sido o primeiro funcionário da Nike, sofreu um acidente vascular cerebral e perdeu a articulação da mão direita. Mark Parker, o CEO da empresa, acionou o diretor de inovações atléticas, Tobie Hatfield, e pediu que ele desenvolvesse um calçado que pudesse ser usado pelo ex-companheiro. O resultado foi um modelo com duas tiras de velcro cruzadas que Johnson poderia usar durante sua recuperação.

O caso ficou dormente até 2012, quando Parker acionou Hatfield outra vez, desta vez para atender um garoto de 16 anos que vivia em Miami. Matthew Walzer, que teve paralisia cerebral, era fanático pela Nike e escreveu em seu blog que os tênis da marca eram melhores que os calçados ortopédicos, pois não causam bolhas por manter pernas e pés estabilizados. O problema é que ele não conseguia amarrar os próprios tênis.

Parker queria ajudar Walzer, e foi aí que Hatfield começou a trabalhar no que viria a se transformar no Flyease, a reinvenção do zíper. O diretor passou a conversar frequentemente com o garoto, que recebia protótipos e depois contava o que tinha achado do trabalho, até que chegaram ao ponto atual.

Quando aberto, há espaço suficiente para colocar e tirar o pé sem nem mesmo encostar as mãos no tênis.

Hatfield disse à Fast Co. que a tecnologia ainda não está totalmente pronta, mas será lançado mesmo assim porque a Nike entende que do jeito que está ela já é capaz de ajudar pessoas na mesma situação de Walzer. A ideia, entretanto, não é ter uma linha só para quem tem mobilidade reduzida, tanto que o próprio executivo tem um modelo particular que ele usa para correr, e que acelera sua passagem pela área de segurança dos aeroportos (onde é preciso ficar descalço).

O primeiro modelo a sair com o sistema é o LeBron Soldier 8 FLYEASE, que será lançado em quantidade limitada no final de julho.

Fonte: Olhar Digital

Portadores da ELA podem usar computador apenas com movimento dos olhos

Inovação foi apresentada em mini simpósio promovido pela Associação Dr. Hemerson Casado Gama

Radialista Carlos Miranda foi o primeiro a testar o computador que faz leitura ocular

O uso de computador com teclado vocalizado para portadores da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e outras doenças incapacitantes foi o ponto alto do Mini Simpósio de Tecnologia Assistiva Aplicada à Esclerose Lateral, realizado nessa quarta-feira, no Hotel Ritz Lagoa da Anta, na Cruz das Almas. O equipamento é usado pelo usuário por meio do sensor de captação ocular, ou seja, ele escolhe as letras do teclado apenas com o movimento dos olhos e forma as palavras e frases.

A novidade foi apresentada por Rafael Alves, técnico em Tecnologia Assistiva da empresa sueca Tobii, no evento realizado pela Associação Dr. Hemerson Casado Gama. De acordo com ele, o computador com esta formatação tem sido comercializado no mundo inteiro, sobretudo para os portadores da ELA, e o software pode ser adaptado em qualquer computador e o equipamento pode ser adaptado de acordo com a necessidade do usuário.

Segundo Rafael Alves, a inovação dá liberdade ao portador da ELA, por exemplo, de usar o computador, por meio da fixação do olhar no teclado, piscada ou mover uma das partes do corpo, de produzir textos, com o controle ocular sem a necessidade da ajuda de terceiros. O equipamento tem ainda entre as vantagens a de ser configurado para virar controle remoto de TV e ar condicionado, apenas com o movimento dos olhos.

O presidente da Associação que leva o seu nome, Hemerson Casado, anunciou durante o evento que está fazendo contato com possíveis patrocinadores e a empresa responsável pela fabricação do computador para a compra de 60 unidades para serem doadas aos portadores da ELA em Alagoas.

Outro momento de troca de experiência do evento se deu com a palestra do professor doutor da Universidade de Brasília (UNB), Adson Ferreira da UNB, que expôs sobre pesquisas em engenharia biomédica com aplicação e desenvolvimento em reabilitação. Ele lembrou que a sua presença no mini simpósio se originou da visita que o presidente da Associação, médico Hemerson Casado fez a Brasília, há dois meses, quando visitou o grupo de pesquisa da UNB e explicou sobre a difícil situação da ELA no Brasil.

“Isso precisa ser corrigido e requer esforço conjunto de profissionais das áreas de Ciências, Saúde, Biologia, Química, Engenharia, dentre outras. Precisamos identificar quais tecnologias têm potencial para estudar esta doença. Temos interação com várias universidades brasileiras e já que o Dr Hemerson tem vontade de criar um grupo de biotecnologia em Alagoas, podemos unir esforços e somar nesse sentido”, destacou Ferreira, lembrando da importância da equipe interdisciplinar para impulsionar o grupo.

O pesquisador da UNB mostrou a reabilitação de pessoas que têm perda de membros, a exemplo de mãos e pernas, e o protótipo de mão mecânica que é feita em Brasília com impressora 3 D. Adson Ferreira exibiu ainda prótese robótica de perna para amputados acima do joelho e disse que a meta é no futuro trabalhar o recuperação de outras partes do corpo. Com relação à ELA em estágio avançado, afirma ele, a opção mais adequada seria fazer o controle pelo cérebro por sinais eletromiográficos.

Entre as pesquisas feitas pelos profissionais da UNB estão a monitoração da respiração para detecção de câncer de pulmão; monitoração de sinais do equilíbrio corporal para evitar quedas em pessoas lesionadas e detectar distúrbios no equilíbrio. Já o professor doutor Pedro de Lemos Menezes da Uncisal falou sobre a importância do exame Vemp para o diagnóstico precoce da Esclerose Múltipla, a exemplo da ELA.

De acordo com o especialista, os sintomas desta doença neurodegenerativa estão ligados a desordens vestibulares centrais e o exame Vemp é barato, rápido, sendo possível detectar resposta em músculos das extremidades do corpo onde normalmente se inicia a Esclerose Lateral Amiotrófica. “O exame é feito com o uso de eletrodo em parte sensível do corpo, a exemplo da orelha, e facilita o diagnóstico, aumentando a precisão e detectando a doença antes de o paciente da ELA perder a força dos membros”.

A também pesquisadora da UNB, professora doutora Luciana Peixoto também contribuiu com o simpósio com a palestra sobre aplicações de tecnologias à fisioterapia. De acordo com ela, a exposição teve como objetivo divulgar pesquisas realizadas no Brasil; estimular parcerias e discutir possibilidades de instrumentação para pessoas com ELA. Pela primeira vez um evento da Associação contou com a participação dos portadores da ELA, a exemplo do radialista Carlos Miranda, que testou o computador que faz leitura ocular.

Prancha fácil

O Prancha Fácil é um software desenvolvido pelo AssistUFRJ – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia Assistiva da UFRJ e pode ser usado como um sistema de comunicação para crianças jovens e adultos em diferentes contextos como a casa, a escola, o hospital, um espaço cultural e muitos outros lugares.

O Prancha Fácil é muito simples e rápido de utilizar, e com ele é possível fazer pranchas para serem impressas ou utilizadas de forma dinâmica no computador, sem a necessidade de conexão à internet.

Com o Prancha Fácil, os professores, terapeutas e familiares poderão desenvolver atividades para auxiliar o processo de alfabetização; brincadeiras incluindo conceitos como cores, formas, números, entre outros; contar histórias; escolher músicas; vídeos; e muitas outras atividades divertidas!
Possibilidades do Prancha Fácil
O Prancha Fácil permite o acesso ao programa através do mouse, tela touchscreen ou sistema de varredura, permitindo, assim, que pessoas com dificuldades motoras graves possam utilizar o software com facilidade.
As funcionalidades incluem: a biblioteca de símbolos do ARASAAC e a possibilidade de inclusão de outras imagens; gravação do próprio som e inclusão de sons pré-gravados; a inclusão de vídeos em formato mp4; mudança das cores da tela e da célula do símbolo, e muitos modelos de atividades que podem ser utilizados ou modificados facilmente.

Lançamento do software Prancha Fácil
O Software Prancha Fácil foi lançado no Congresso Brasileiro de Comunicação Alternativa em junho de 2015.
O software foi desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa em Tecnologia Assistiva- AssistUFRJ coordenado pelo Prof. Dr. Antonio Borges e pela Profa. Dra. Miryam Pelosi