Cão que mal podia andar viaja por todo os Estados Unidos com seu tutor

Com a cadeira de rodas Mel passou a acompanhar seu tutor em viagens por todo o país.

Com a ajuda de uma cadeira de rodas, Mel está vivendo várias aventuras ao lado de seu papai fotógrafo
Tom contou que foi até o abrigo para ver um outro cão, porém, quando Mel se aproximou dele e colocou a cabeça em sua perna, foi paixão imediata e ele viu que não tinha como ser outro animal. Era Mel quem iria para a sua casa.
Até então Mel parecia ser um cão perfeitamente normal, mas depois de algumas semanas no novo lar, os papais perceberam que tinha alguma coisa acontecendo com o cão. Mel parecia perder seu equilíbrio, um pouco mais a cada dia.
Depois de exames foi constatado que Mel tem uma doença neurológica que afeta o equilíbrio. A doença não é dolorosa para o cão, apenas torna sua locomoção um pouco difícil.
Após o diagnóstico, os tutores de Mel não se preocuparam com o trabalho que a doença do cão poderia lhes trazer. Eles se preocuparam mesmo foi em trazer mais qualidade de vida para Mel. Então, para que fosse mais fácil para ela se locomover, eles lhe deram uma cadeira de rodas feita sob medida.
Hoje, Mel vive grandes aventuras e se tornou a principal modelo do papai fotógrafo.Hoje, Mel vive grandes aventuras e se tornou a principal modelo do papai fotógrafo.
Com a ajuda de Eddie’s Wheels for Pets, especialista em fazer cadeira de rodas para animais, Mel agora pode correr por onde quiser, além de acompanhar seu papai por todo o país em que vive, os Estados Unidos. O tutor de Mel, Tom Dilworth, é fotógrafo e faz muitas viagens a trabalho, e agora ele tem uma supercompanheira de viagens, Mel.
Na primeira vez que o cão utilizou a cadeira de rodas, ele até ficou um pouco hesitante, mas já passou. Hoje Mel ama sua cadeira de rodas e a segurança e a liberdade que ela lhe dá.
Além disso, Mel também adora acompanhar seu papai nas viagens e aventuras e não fica nada tímida na frente das câmeras, ela também está curtindo ser a modelo preferida do papai.

Fonte: Portal do Dog

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Trabalho de alunos do IME/USP desenvolve aplicativo para pessoas com deficiência visual

Smart Audio City Guide permite compartilhar, em áudio, informações georreferenciadas.

Já imaginou como deve ser enfrentar os desafios da cidade sem enxergar? Levando isso em consideração, estudantes do Instituto de Matemática e Estatística da USP (IME/USP) desenvolveram, como trabalho de conclusão de curso (TCC), um aplicativo chamado Smart Audio City Guide. Nessa rede social colaborativa, os usuários podem compartilhar, em áudio, informações georreferenciadas, ou seja, dados sobre as coordenas geográficas do espaço físico. “O aplicativo não pretende substituir as ferramentas que já existem, como a bengala ou o cão-guia, mas é um complemento”, explica um dos responsáveis pelo desenvolvimento, Gabriel Reganati.
O projeto teve início quando três alunos do Instituto entraram em contato com a proposta do professor Artur Rozestraten, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP), de criar essa rede social para deficientes visuais. Eles, então, com a ajuda do professor Marco Aurélio Gerosa (IME/USP), decidiram participar da Imagine Cup, uma competição da Microsoft que tem por objetivo atrair ideias inovadoras para melhorar o mundo. Para esse concurso, foi feito apenas um protótipo para a plataforma do Windows Phone, uma vez que se tratava de uma competição vinculada à marca.
A parte maior do desenvolvimento aconteceu quando, depois de a equipe ficar em 3º lugar na fase nacional da Imagine Cup, o aluno Gabriel Reganati, que ainda não tinha feito o seu TCC, resolveu se juntar a Caio Valente, que não tinha participado da Imagine Cup, para continuarem o projeto. “Melhoraramos o protótipo e finalizamos uma versão para Windows Phone”, conta Reganati.
O aplicativo ainda não está aberto para todos os usuários porque não tem versões para os sistemas operacionais Android e IOS. “Temos uma versão para Android, mas ainda está bem no começo. Estamos testando algumas outras opções de desenvolvimento”, informa Gabriel Reganati. Apesar de não estar liberado para o público em geral, vários testes foram feitos com usuários, tanto para a Imagine Cup quanto para o TCC. “Tivemos feedback, com vídeos gravados e disponíveis no Youtube. [Os alunos] foram em um parque com os usuários, onde eles andaram e iam recebendo mensagens em áudio. Depois disso, fizemos uma avaliação com eles e foi muito positiva”, explica o co-orientador do trabalho de conclusão de curso, o professor Marco Aurélio Gerosa.
No estágio atual do projeto, Gabriel Reganati e Caio Valente explicam que estão precisando de patrocínio e de pessoas novas para dar continuidade ao Smart Audio City Guide. “Precisamos de gente de todo tipo, de gente da ECA (Escola de Comunicações e Artes), para tratar da questão de interface, de gente de linguística, para trabalhar com reconhecimento de voz, e de gente para trabalhar com a parte do desenvolvimento do aplicativo em si, programando, criando telas, trazendo ideias”, conta Reganati.